Não há maneira de aceitar a vida antes de dizer “Sim” à nossa mãe. A vida nos foi entregue através da mãe, nascemos de suas entranhas, do seu sangue. Nosso corpo foi forjado em seu ventre. O alimento ingerido por ela, os nutrientes, nos permitiu evoluir. Nascemos do amor da nossa mãe e nosso pai. O oxigênio que nos manteve vivos foi inspirado através de seus pulmões. O ritmo pulsante que nos embalou por nove meses vinha das batidas do seu coração. As emoções que sentíamos vieram do campo familiar do qual ela fazia parte, o campo sistêmico, que reverbera as experiências de milhares de pessoas que vieram antes de nós, as quais nos constituem.

Para ter sucesso financeiro, profissional e nos relacionamentos é necessário tomar a mãe no coração.

Tomar a mãe significa aceitá-la plenamente, abrir-se para esta aceitação, sem julgamentos, amorosamente no coração, independentemente de como tenha sido sua criação, educação e relação com ela, se sentiu-se ou não amado o suficiente ou da maneira que imagina “adequada”, se foi castigado injustamente, preterido ou mesmo abandonado.

Revoltar-se, julgar ou criticar a mãe (ou o pai) significa que nos julgamos maiores que ela, significa também excluí-la, o que vai contra a lei do Pertencimento e resulta em não realizar uma troca amorosa. Como recebemos a vida através da nossa mãe, isso vai contra a Consciência do Equilibrio de Troca (dar e receber).

A vida nos trata como tratamos a nossa mãe.

Com a escolha e atitude de não aceitar e nem tomar plenamente a mãe, deixamos de vivenciar as três Ordens do Amor, as principais e fundamentais leis dos relacionamentos e da Vida.

A partir da ampliação da Consciência sobre esses temas, da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar essa realidade, cumprir nossa missão pessoal e, enfim, viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema.

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