Relacionando a astrologia com a psicologia, o signo Solar, esse que você conhece pela data de nascimento, rege seu “eu aberto”, a sua parte clara e exposta.  É uma zona clara, de conhecimento pleno, tanto por você quanto pelas pessoas com quem interage. É a forma como você se comunica, onde mostra suas intenções, de modo que os outros entendam e compreendam o significado da comunicação.

Existe uma parte que as pessoas conhecem sobre você, mas você não percebe, chamada de “eu cego”, regido pela Lua. É o seu lado emocional, sua linguagem gestual e corporal. As pessoas conseguem detectar suas emoções, as suas atitudes, a qualidade da comunicação, seus sinais, mas na maioria das vezes você não vê esse lado seu. As outras pessoas fazem os seus juízos e tomam suas decisões a partir desses sinais que essa parte de você que é uma área que não percebe em sí.

Dentro de cada pessoa também existe um “eu oculto, regido por Netuno, que você conhece sobre si, mas esconde da sociedade, com uma fachada ou máscara, gastando uma grande quantidade de energia nesse processo. Apesar de ter consciência desse lado seu, ele fica reprimido e não se quer admitir ou assumí-lo. Nele residem as autoilusões e as crenças e paradigma.

Existe uma quarta área dentro das pessoas chamada de “eu desconhecido”, que nem você e nem ninguém percebe, por estar oculto na profundeza, que são as motivações inconscientes. Essas emoções fluem no subterrâneo ou no inconsciente e tem a ver com os aspectos da sombra pessoal. Nem você ou os outros conseguem reconhecer em você esse lado da personalidade. Mas é uma dinâmica poderosa capaz de fazer que sua vida vire de cabeça para baixo, por forças desconhecidas. Fica mais fácil colocar a culpa nos outros, por não saber que são dinâmicas internas, tipo a autossabotagem. Essa área do “eu” é regida por Plutão (e pelo signo de Escorpião), que vem mexendo com a questão da sombra, na sociedade, a partir de 2008, quando entrou em Capricórnio. Essa área merece um olhar das Constelações sistêmicas, que é uma ferramenta para fazer esse “eu desconhecido” venha à tona, por meio do processo de representação, no psicodrama, no campo mórfico formado no momento de uma prática de Constelação sistêmica. As dinâmicas profundas são representadas por pessoas, objetos ou frases e essa área que precisa ser curada é percebida e trabalhada.

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